domingo, julho 25, 2010

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Uma cadeira nova e uma enoooooorme vontade de escrever, escrever, escrever... resta saber "o quê"!

Quem nunca pensou em escrever uma história sobre sua própria vida? Costumava ter muito essa vontade e para escrever especificamente uma parte da minha vida, pelos simples motivo de não perder os detalhes que sempre prezei e continuo prezando dos fatos vividos. Achava que seria interessante... mas enfim, não o fiz e não há arrependimentos. Melhor tentar argumentar sobre "assuntos mais utéis" para determinado fim. Bem, falando no geral assim, fica obscuro demais!

Porque não começar a escrever sobre o "Por que criar o blog?" Talvez, uma grande tentativa de iniciar algo.
Dúvidas com relação a identidade no sentido de revelá-la ou não. Sempre que há uma exposição, há crítica. Pessoas com seus 'poderes de criar opniões' sobre tudo e todos. O receio de um rótulo é muito grande - há de se admitir! E, o que vem atrelado a isso: é de virar mera 'blogueira senso comum ou nonsense'. Enfim, esse pode ser um risco a ser corrido em prol de uma possível construção. Uma tentativa, somente - melhor encararmos as coisas dessa forma, pelo menos nesse primeiro momento. Posteriormente, iremos ver o que teremos como opinião a respeito da decisão "criar um blog".

Decisão no que se refere à opnião última? Não... não teremos uma opinião última, até o momento em que de tantas dúvidas, angústias ou alegrias pelas reflexões realizadas, criemos uma 'nova verdade' que fundamente o refutamento do que havia sido construído até então para a criação ou, até mesmo, aprimoramento de uma nova 'forma de pensamento'. Pensamento este, que pelo que estamos tratando aqui nunca será um 'gelo de forma plástica', porque mudará em busca da claridade, em busca da evolução, de esclarecimentos acerca daquilo que nos indaga.

Talvez o melhor momento para de fato nos 'pegarmos nessas situações' é quando mais sofremos em virtude do 'improvável' ou do 'que não esperávamos' ter acontecido. Aí sim, podemos ver que pensamos sobre o que estamos fazendo e, sobre o que de fato queremos. Ou "será que tem de ser assim como estou pensando?" ou "posso mudar de rota não necessariamente estar preso ao que acho que tem de ser?", "seria melhor não esperar mais as coisas e viver a vida com o imprevisível?!"

Enfim, a conversa está tomando outro rumo, enquanto surge um outro ponto: "Sofrendo, as pessoas produzem talvez as coisas que mais são verdadeiras e/ou que querem deixar transparecer. Só quando costumam ser castratas ou frustradas é que páram para refletir sobre elas mesmas ou sobre o que estão fazendo de suas vidas." Seria algo que no meio do 'talvez ou das interrogações', de um característico 'vazio' que buscamos saber da nossa identidade para com nós mesmos ou para com o que estamos passando.


Talvez, tudo isso seja uma grande 'mentira' também. Quem vai saber? Verdade ou mentira? Certo ou errado? São tudo especulações acerca da realidade e do que acontece conosco que tentamos explicar e expressar. Especulações estas que se transformam em opiniões que damos ou rotulamos para as situações que vivemos.


Antes de terminar esse suposto primeiro post, só mais um argumento sobre o assunto aqui tratado: Será que se esperar uma outra hora para 'criar o blog' iria retirar essa vontade que surgiu e que ainda permanece por aqui? Será que nossas falas e expressões têm suas horas específicas para serem 'apresentadas'?! Se esperar não irei abrir a conta do blog com a 'vontade' que estou nesse momento e não o farei das próximas vezes com o mesmo universo criado nesse momento. As circunstâncias trazem consigo seus sentimentos e pensamentos.

Então... (reticências)
Enfim, acho que é isso. Na verdade, o primeiro post foi uma justificativa e, como tal, algo um tanto quanto pessoal - subjetivo.

M.

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