quarta-feira, julho 28, 2010

Peculiaridades.

É... Essa é uma verdade e umas das consideradas práticas existentes na vida, no cotidiano ou na rotina se assim quiser chamar, onde cada pessoa se “apresenta” como aquilo que é.

Colecionamos isso ou aquilo, seja no computador, em uma pasta velha no guarda-roupa decorada por você mesmo há anos ou uma caixa de artesanato única que recebeu de presente.

Sejam as figuras coloridas criadas por um artista anônimo na internet com sua simplicidade e transparência nos quadros ou uma fotografia autêntica e cativante com suas cores saltitantes como também a sutileza do preto&branco...

Há também aquele velho hábito de preservar certas memórias em um caixa de sapato... Bilhetes, cartas, régua, artesanato, blusa, perfume (restante ou não), dentes de leite, batom no seu fim, fotografias, blusa, cartas... Até mesmo relatar as frases de filmes, de livros ou de pessoas comuns no decorrer do dia-a-dia para acrescentar às suas idéias assim que as ouviu ou não.

Por último e não menos importante, encontram-se as transformações e criações feitas a partir das ditas "frustrações". Fase esta de significativa importância para deixar fluir aquilo que desperta por dentro. Retirar algo que tenha validade naquilo que abraçamos por meio minuto e, ao mesmo tempo, queremos jogar fora e fazer com que suma: Dor.

(A respeito do título)
Manias não chegam a ser. É apenas uma forma de nos libertar das pressões de todos os dias, transportando "isso vivido/ escutado" para uma outra atmosfera, escolhida e, muitas vezes criada por você mesmo... Enfim, válvulas, alternativas, trilhas curtas ou longas – depende da intensidade e vontade – das particularidades de cada ser.

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